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Endocrinologia5 nov, 2026
3 min
Anvisa aprova semaglutida oral para tratamento da obesidade
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em 4 de novembro de 2026, o registro da formulação oral da semaglutida para o tratamento da obesidade. Até então, o medicamento estava disponível apenas na forma de solução injetável para administração subcutânea. A decisão regulatória teve como principal sustentação os resultados do estudo clínico de fase 3 OASIS 4, que avaliou a eficácia da semaglutida oral na dose de 25 mg em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a comorbi
Hematologia30 out, 2026
5 min
Blinatumomabe no SUS: novas perspectivas para o tratamento da LLA
Dr. Bruno Kosa – Médico hematologista da Rede Américas, Coordenador do Serviço de Onco-hematologia do Hemocentro da Unicamp e Membro do Comitê de Leucemias Agudas da ABHH. Dr. Vinícius Molla – Médico Hematologista Hospital 9 de Julho - Rede Américas e da Escola Paulista de Medicina - UnifespNeste vídeo, os hematologistas Dr. Bruno Kosa e Dr. Vinícius Molla discutem suas expectativas em relaçã
Oncologia30 out, 2026
10 min
Brasil aprova primeira diretriz nacional para rastreamento do câncer colorretal
O Ministério da Saúde aprovou as Diretrizes Brasileiras do Rastreamento do Câncer de Cólon e Reto, estabelecendo recomendações nacionais para organizar a detecção precoce da doença no Sistema Único de Saúde (SUS). A aprovação foi formalizada pela Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 104, de 20 de outubro de 2026, publicada em 28 de outubro. O documento sucede a consulta pública realizada em abril e representa a primeira diretriz nacional específica para esse rastreamento.
OncologiaCâncer de mama29 out, 2026
4 min
Trastuzumabe deruxtecana reduz em 53% o risco de recorrência invasiva no câncer de mama HER2-positivo inicial
A Comissão Europeia aprovou o trastuzumabe deruxtecana (Enhertu) como monoterapia adjuvante para pacientes adultas com câncer de mama inicial HER2-positivo ressecado que apresentam doença invasiva residual após tratamento neoadjuvante com taxano e terapia direcionada ao HER2. A decisão amplia as possibilidades terapêuticas em um cenário no qual a persistência de doença após o tratamento pré-operatório está associada a maior risco de recorrência, mesmo com a intensificação da terapia após a ci
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